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EVENTOS

Fotografia de evento corporativo: como a Vero Ícone planejou a cobertura do evento FGV e ANATEL em Brasília

Por Luiz Finotti25 de setembro de 20265 min de leitura
Mesa do Simpósio de Teses Estratégicas da FGV e da ANATEL, em Brasília, com o telão do evento ao fundo

Resumo: Na cobertura de um evento da FGV em parceria com a ANATEL, em Brasília, a Vero Ícone precisava que as fotos transmitissem a dimensão e a relevância do encontro. Havia dois desafios: o auditório comportava mais pessoas do que o número de participantes, e era provável que parte do público saísse depois do almoço. A estratégia foi concentrar as fotos abertas nos primeiros horários, quando o auditório estava mais ocupado, e escolher enquadramentos que valorizassem as pessoas presentes, sem distorcer a realidade do evento.

Em alguns eventos corporativos, o desafio da fotografia não está em registrar algo extraordinário. Está em enxergar aquilo que o cliente precisa comunicar.

Foi o que aconteceu na cobertura fotográfica que a Vero Ícone realizou para um evento da FGV em parceria com a ANATEL, em Brasília. Era um encontro técnico e focado, com um público selecionado. Mas o briefing trazia uma informação decisiva.

Auditório da ANATEL preparado antes do início do Simpósio de Teses Estratégicas, com a apresentação da FGV e da ANATEL no telão

O briefing: mostrar a dimensão e a relevância do encontro

O cliente precisava que as fotografias transmitissem o peso institucional do evento. E havia uma particularidade: os mesmos convidados participariam durante o dia inteiro. Isso tornava natural que parte do público deixasse o local depois do almoço.

Havia outro detalhe. O auditório tinha capacidade maior do que o número de participantes. Mesmo com boa adesão, sobravam espaços entre algumas pessoas.

Para quem está dentro do evento, isso é apenas uma característica da ocupação do espaço. Numa fotografia aberta, porém, esses espaços podem ganhar muito mais destaque do que deveriam.

Por que os primeiros horários se tornaram estratégicos

Com essas informações, a cobertura não podia ser pensada como "vamos fotografar o dia inteiro". Os primeiros horários tinham um valor especial: era quando havia mais pessoas presentes. Portanto, era o momento de produzir as imagens abertas que mostrariam o auditório, a participação do público e a dimensão do encontro.

Visão geral do auditório com o público acompanhando a mesa do Simpósio de Teses Estratégicas da FGV e da ANATEL

Não bastava estar com a câmera na mão. Era preciso perceber que aquela condição provavelmente não se repetiria da mesma forma horas depois.

Como o enquadramento conta a história do evento

Registrar uma situação é diferente de escolher como ela será apresentada visualmente.

Imagine duas fotos do mesmo auditório. Na primeira, o enquadramento mostra todo o espaço, incluindo as cadeiras livres nas laterais e no fundo. Na segunda, a composição se concentra na área ocupada, valorizando as pessoas presentes, a interação com o palco e a identidade visual do evento.

Participantes aplaudindo na plateia do simpósio, em enquadramento concentrado na área ocupada do auditórioPalestrante na mesa fotografado por trás da plateia, em enquadramento verticalIntegrantes da mesa aplaudindo, com o telão do simpósio ao fundo

As duas são fiéis ao que aconteceu. Mas contam histórias visuais diferentes.

O objetivo não era esconder a realidade. Era não deixar que a arquitetura do auditório se tornasse mais importante do que as pessoas que participavam do evento.

O que o cliente não vê, mas faz parte do trabalho

Esse tipo de decisão é difícil de explicar numa proposta comercial e não aparece no portfólio. Quando alguém vê a foto pronta, parece óbvio: "era só fotografar quando o auditório estava cheio".

Mas, para chegar a essa foto, foi preciso ouvir o cliente antes, entender que os participantes ficariam o dia todo, prever a redução do público após o almoço, identificar a diferença entre a capacidade do auditório e o público real, e organizar as prioridades da cobertura a partir disso.

A fotografia mostra o resultado. O resultado não mostra as decisões que vieram antes dele.

Por que a fotografia corporativa precisa proteger a narrativa do evento

Eventos corporativos acontecem num dia, mas as fotos são vistas por meses. Um diretor revisa as imagens depois. Um patrocinador recebe um relatório. A organização divulga a próxima edição. A comunicação usa uma foto numa publicação institucional.

Entrega do livro Regulação e Inovação, do MBA em Regulação e Comunicação em Ecossistemas Digitais, durante o simpósio

Quem não esteve presente não conhece as condições daquele dia. Conhece apenas o que as imagens mostram.

Banner da cerimônia de encerramento do MBA em Regulação e Comunicação em Ecossistemas DigitaisParticipante segurando o livro Regulação e Inovação, publicação da FGV Comunicação com a ANATEL

Por isso, a responsabilidade de uma cobertura fotográfica de evento corporativo vai além de não perder os momentos importantes. É preciso construir um conjunto de imagens fiel ao evento e coerente com o que o cliente precisa comunicar.

Não existe apenas o momento certo para fotografar. Existe também o lugar certo para estar e a maneira certa de contar visualmente o que aconteceu. E muitas dessas decisões são tomadas enquanto o evento ainda está acontecendo.

Outros momentos da cobertura

Presidente da ANATEL em fala na mesa do simpósio, com o telão ao fundoPresidente da ANATEL sorrindo durante a conversa na mesaDiálogo entre integrantes da mesa durante o simpósioCoordenador acadêmico do MBA em fala durante o simpósioCoordenador acadêmico do MBA comentando o livro na mesa, ao lado de outro participanteParticipante sorrindo na mesa, com as bandeiras ao fundo

Perguntas frequentes

Como fotografar um evento corporativo com auditório parcialmente vazio?

Priorize as fotos abertas nos horários de maior ocupação, geralmente no início, e use enquadramentos que concentrem a atenção nas áreas ocupadas, no palco e na identidade visual, sem distorcer a realidade do evento.

Por que o briefing é tão importante na fotografia de eventos?

Porque ele revela o que o cliente precisa comunicar. No caso FGV e ANATEL, saber que o público ficaria o dia todo mudou toda a ordem de prioridades da cobertura.

Qual a diferença entre registrar e fotografar estrategicamente um evento?

Registrar é documentar o que acontece. Fotografar estrategicamente é decidir quando, de onde e como fotografar para que as imagens transmitam a mensagem certa a quem não esteve presente.

A Vero Ícone faz cobertura de eventos corporativos em Brasília?

Sim. A Vero Ícone é uma agência de fotografia e vídeo corporativo em Brasília, com mais de 20 anos de experiência e três prêmios Top of Mind. Atende empresas, instituições e profissionais em Brasília e Goiânia.

Precisa de fotografia corporativa em Brasília?

Fale com a Vero Ícone. Respondemos no mesmo dia.